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Afinal, o e-mail marketing morreu?

Se você pensa em e-mail marketing como uma oportunidade de apenas jogar aleatoriamente vários e-mails na caixa de entrada do cliente, com promoções nem tão imperdíveis assim em um layout de varejo, então a resposta é: sim, o e-mail marketing morreu.

Mas, para quem se atualiza, o e-mail marketing continua vivo.

O e-mail não é uma ferramenta morta para a publicidade. A troca de mensagens eletrônicas ainda é uma excelente ferramenta para fidelizar e captar clientes, mas você precisa observá-la mais de perto para obter resultados.

Por que tanta gente diz que o e-mail marketing morreu?

A resposta é simples: é mais fácil se convencer que a ferramenta não cumpre mais a sua função do que admitir que você está desatualizado, que não consegue acompanhar as mudanças do mercado e dos clientes.

Quantas pessoas você conhece que possuem e-mail? Quase todas, não é? Isso mostra uma importante questão do e-mail marketing: os usuários mudaram sua forma de se relacionar com a ferramenta, mas nunca deixaram de usá-la.

Esqueça a propaganda, foque no relacionamento

Quem vai utilizar o e-mail marketing precisa entender uma coisa de uma vez por todas: para aumentar suas vendas, aumentar sua carta de clientes, você não pode fazer propaganda do seu produto o tempo todo.

Pense em sua própria experiência. Você gosta da sua caixa de entrada repleta de “COMPRE AGORA”, “PROMOÇÃO IMPERDÍVEL”, “SÓ HOJE”? Ou você prefere quando a empresa envia e-mails com conteúdos relevantes e que irão te auxiliar de alguma forma?

Escrever na primeira pessoa, contar relatos do cotidiano relacionando-os com ensinamentos e dicas vão fazer a sua marca ser lembrada como referência. Você passará de uma marca comum para uma marca que é autoridade no assunto e que inspira confiança para o cliente. E, consequentemente, a marca que ele vai buscar para fazer sua compra ou contratação de serviços.

Observe as métricas e entenda seu público

Aleatoriedade e quantidade não fazem mais parte do e-mail marketing. Agora você precisa analisar as métricas, os interesses, o que funciona e o que não funciona para alcançar melhores resultados.

Se a pessoa ignorou um e-mail de promoções, mas abriu um outro sobre dicas e interesses, você já sabe que deve suspender as promoções para esta pessoa e focar em outros tipos de conteúdos. Cada usuário está em um momento da compra e você precisa identificá-lo para adotar as estratégias corretas.

Frequência também é algo que precisa ser observado. Quantos e-mails você deve mandar por semana ou por mês? Depende. Somente após testes e análises de métricas você conseguirá estipular uma frequência que se adapte ao seu público-alvo.

Mais clientes fiéis do que as redes sociais

Ousado, não é mesmo? Mas tem sua lógica. Essa proposta trazida pelo empreendedor e criativo Murilo Gun, ressalta ainda mais a importância do e-mail marketing para a publicidade. Acompanhe a lógica dele:

Pense no Facebook. Você construiu uma excelente base de clientes, tem um bom alcance, suas publicações têm interações, compartilhamentos e tudo o que você sempre sonhou. Mas, e se a plataforma falir? Isso está bem longe de acontecer, mas é uma possibilidade. Lembra do Orkut? Lá se vai a plataforma e toda a sua base de clientes e fãs junto.

No e-mail marketing, a base de clientes é sua. Você pode mudar de provedor, de site, de qualquer coisa, mas os dados são seus e irão contigo aonde for. E, se o seu conteúdo for bom, seu cliente vai também. Caso ele mude de e-mail, por exemplo, ele simplesmente pode se recadastrar com o novo endereço e vocês estão conectados novamente. Sem intermediários, somente uma relação de fidelidade pura.

O e-mail marketing deixou de ser genérico, impessoal e panfletista para se tornar uma ferramenta muito desafiadora. Pense fora da caixa para fazer a diferença. Se destaque dentre os inúmeros e-mails que o seu cliente recebe por dia. Crie relacionamentos e se torne referência. O e-mail marketing morreu só para quem não sabe usá-lo.

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